Agora, mais do que nunca: saber permanecerOs números dolorosos da pandemia não são só os das mortes e infectados anunciados nos noticiários. São também os dos idosos mais isolados do que nunca numa fase das suas vidas que, embora muitas vezes frágil, não deve deixar de ser profundamente vivida. São os de muitos reclusos que, com a suspensão de visitas, se sentem cada vez mais distantes da possível reinserção social. São os das cada vez mais pessoas em situação de sem-abrigo, para quem é impossível ficar em casa, e para quem, na rua, [...]
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